Falsário se passa por montador e leva produto

GOLPE DA MOBÍLIA

Falsário se passa por montador e leva produto

Artimanha, já existente em Cuiabá há 4 anos, parte de informações privilegiadas

STEFFANIE SCHMIDT
Da Reportagem

Com informações específicas e muita conversa, estelionatários vêm aplicando um novo golpe em Cuiabá: se identificam como montadores de lojas de móveis da cidade, afirmam que é preciso realizar a troca do produto e acabam levando o móvel, inclusive com a nota fiscal.

De acordo com o delegado Alexandre Vicente, o golpe vem sendo aplicado há pelo menos quatro anos na cidade. “Não temos registros de boletins de ocorrência, mas em conversa com outros policiais identificamos o mesmo ‘modus operandi’ há pelo menos quatro anos”, afirmou.

O ouvidor público Eduardo Baldacci foi a única vítima que registrou a queixa na polícia. Na terça-feira, uma pessoa que se identificou como montador de móveis da City Lar deu todas as informações sobre o móvel e solicitou a nota fiscal. Eles apareceram exatamente dentro do prazo dado pela empresa de 48 horas após a entrega.

Ao verificar as especificações, o estelionatário afirmou que o produto a que o consumidor tinha direito era outro, aparentemente melhor. “Ele informou até mesmo o modelo, os tipos que existem no mercado, típico de quem tem informação privilegiada”, afirmou Eduardo.

Na ocasião, apenas sua esposa estava em casa e autorizou a troca diante da consulta que o suposto montador fez com a loja. “Ela autorizou depois que ele afirmou que existia o mesmo produto na loja mais próxima, que ficava no próprio bairro”, explicou.

Segundo o ouvidor, a pessoa estava bem vestida e sabia todas as informações técnicas sobre o produto. “São pessoas muito inteligentes, que acabam se utilizando disso para aplicar golpes. É cada vez mais comum em Cuiabá crimes como estelionato, falsificação de documentos e falsidade ideológica”, explicou o delegado.

“A empresa não informa quem é o montador e muito menos quando ele irá a sua casa e é aí que se abre o precedente pra esse tipo de coisa”, disse. “Não é nem pelo móvel, mas pelo que pode ocorrer a outras pessoas que não sabem a quem reclamar e o perigo a que se expõe a família”, disse.

A City Lar admitiu que já recebeu várias reclamações do tipo, mas informou que não tem como assegurar um serviço prestado por alguém que não esta uniformizado. Além disso, é obrigatório o uso de crachá, segundo a empresa.

A City Lar alegou ainda que não existe nada que comprove que essas pessoas detinham informações privilegiadas, mas que tomará as providencias cabíveis caso venha a ter conhecimento de algum indício. Para tirar dúvidas sobre funcionários da empresa, a City Lar recomenda o uso do Serviço de Atendimento ao Cliente pelo telefone 3928-5080.

Pistas ou denúncias anônimas podem ser feitas à polícia pelo telefone 0800 65 3939.

 

Veja mais em:

http://rmtonline.globo.com/noticias.asp?n=467393&p=2&Tipo=

^http://www.24horasnews.com.br/index.php?mat=309620

http://www.expressomt.com.br/noticia.asp?cod=45116&codDep=3

http://www.fraudes.org/clipread.asp?CdClip=13249

AL faz exposição de imagens, paisagens e textos sobre o universo e sua origem

O evento será no saguão da Casa e trará 20 painéis com imagens planetárias e textos sobre astronomia

SID CARNEIRO
Secretaria de Comunicação

Imagens de estrelas, galáxias, planetas e outros astros, exibidos em 20 painéis, poderão ser apreciadas entre segunda-feira (21/09) e quarta-feira (23) na exposição “Paisagens Cósmicas – Da Terra ao Universo”, no saguão da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. A abertura do evento será às 15h de segunda. Além de textos que explicam os fenômenos observados e orientam sobre o conhecimento da astronomia, o visitante fará uma viagem da Terra à origem do Universo, o Big Bang, em belas paisagens cósmicas.
O evento é organizado pelo Instituto Memória da Assembleia Legislativa, em celebração ao Ano Internacional da Astronomia e dos 400 anos da invenção do telescópio por Galileu Galilei. A exposição é do astrônomo amador e apresentador do Programa “De Olho no Céu”, produzido pela TV Assembleia, Canal 30, Eduardo Baldaci. No programa de 10 minutos, exibido diariamente, o telespectador aprende um pouco mais sobre astronomia por meio de documentários

“A exposição é consequência da iniciativa da Mesa Diretora da Casa, que pediu à TVAL um programa sobre o assunto, diante do ano da astronomia. Os deputados acreditam que o tema é importante e que, em função da comemoração, deveríamos disponibilizar o conhecimento para a população. De uma conversa com Baldaci surgiu a ideia do programa e agora, com o Instituto Memória, surgiu a exposição”, informou o superintendente da TVAL, Wanderley Oliveira.

A superintendente do Instituto Memória, Ísis Catarina Brandão lembra que o tema é usado em exposições que acontecem no mundo inteiro. “Em Mato Grosso ele é explorado em duas vertentes, uma pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e outra pelo Nó Space. A ação deste último começa aqui na AL e a intenção do Nó Space é levar a exposição ao maior numero de espaços. Vale à pena visitar a exposição que mostrará fotos tiradas por grandes observatórios, muitas, nunca vistas antes”, disse Ísis.

Baldaci explica que a exposição é um evento mundial e já percorreu simultaneamente diversas cidades em todo o mundo, graças a um programa da Organização das Nações Unidas (Unesco) que uniu astrônomos amadores e profissionais em busca da popularização global da astronomia.

O astrônomo amador é autor do projeto Planetário-Observatório de Mato Grosso, objeto de duas indicações por parte da AL. Ele espera que eventos como a exposição estimulem o interesse do público pela milenar ciência. E também, que desperte o Poder Público para a real necessidade de Mato Grosso ter um Centro de divulgação e de difusão da astronomia.

Depois de passar pela Casa de Leis, a exposição será levada a outros lugares públicos e instituições de ensino. Os interessados em solicitar a visita da exposição podem entrar em contato com Baldaci pelo endereço eletrônico: astronomo@eduardobaldaci.com ou pelo telefone: 3613 6588.

Mais Informações:
Secretaria de Comunicação
3313 6310

Ouvidor da Seduc estréia programa educativo na TV Assembléia

“De Olho no Céu”. Este é o nome do programa educativo sobre astronomia apresentado por Eduardo Baldaci, que estreou ontem (quarta-feira) na TV Assembleia, emissora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Baldaci é astrônomo amador e ouvidor setorial da Secretaria de Estado de Educação (Seduc).

 

De acordo com ele, o programa foi produzido de forma a ser bem didático e pertence à primeira série de sete programas que falam sobre os 400 anos da invenção do telescópio e a revolução causada na ciência por esta invenção.

 

A expectativa da TVAL e do próprio apresentador é que o programa, que tem 10 minutos de duração, ajude na popularização da astronomia em Mato Grosso, Baldaci espera que a produção possibilite, inclusive, a interação com o público, com a criação de novos programas que respondam dúvidas dos telespectadores. Isto pode ser feito por meio do email: astronomo@eduardobaldaci.com.

 

“De Olho no Céu” é o primeiro programa sobre astronomia produzido por um astrônomo amador em todo o Brasil. Com o apoio da Agência Espacial Européia, as imagens transmitidas no programa são oriundas dos grandes centros de pesquisa. E, na avaliação do astrônomo amador, vale a pena conferi-las, já que são “de uma beleza inigualável”.

 

 

Assessoria de Comunicação/Seduc-MT

Chuva de meteoros será visível de madrugada em Mato Grosso

 

Fenômeno pode ocasionar chuva de até 200 meteoros por hora.

Redação site TVCA

  • Eduardo Baldaci
     

O planeta Terra iniciou a entrada na rota dos detritos do cometa Swift-Tuttle, responsáveis pela chuva de meteoros Perseídas. O fenômeno, facilmente visível a olho nu, terá seu ponto máximo na madrugada de terça para quarta-feira. A expectativa dos astrônomos é de que sejam vistos até 200 meteoros por hora cruzando os céus durante a madrugada. Em Mato Grosso, a chuva de meteoros poderá ser vista, caso o céu não esteja nublado.

O astrônomo amador Eduardo Baldaci explica que esses meteoros poderão ser vistos a olho nu, podendo surgir em qualquer parte do céu, mas sempre se dirigindo para a Constelação do Perseu. “São meteoros lentos, longos, luminosos e coloridos. Os cientistas acreditam que este ano teremos um máximo de até 200 meteoros por hora”, comenta Eduardo Baldaci.

O ponto de convergência dos meteoros, chamado de radiante, será ao norte, na constelação de Perseus. A Lua estará na Constelação de Áries, sem causar muita interferência. Baldaci ressalta que sempre é importante notar que a poluição luminosa e as condições atmosféricas interferem em quaisquer observações de fenômenos astronômicos.

A História das Perseídas

Relatos chineses de 2.000 atrás falam que em uma só noite foram vistos centenas de meteoros. Os indianos relatam a história de uma chuva de meteoros em agosto. Só em 1835 foi que esta chuva foi batizada de Perseídas pelo cientista Belga Adolphe Quetelet, o primeiro a constatar que seus meteoros tinham um ponto radiante na constelação de Perseus.

Maiores noticias

http://rmtonline.globo.com/noticias.asp?n=456737&p=2&Tipo=

http://rmtonline.globo.com/noticias.asp?n=456409&p=2&Tipo=

http://www.expressomt.com.br/noticia.asp?cod=36130&codDep=3

http://www.portaldoms.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=31436&Itemid=2

http://sebastianagaiva.blogspot.com/

Conquista da Lua marcou minha vida !

Sobreviva ás Tragédias da Vida

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Atenção alunos do CSSG: Mapa do céu aqui !

Visitem o Link: http://www.skymaps.com/skymaps/tesms0905-brp.pdf para baixar o mapa em português do Mês de Maio.

Astrônomos detectam objeto mais distante já visto no Universo

Astrônomos de diversos países descobriram o objeto mais distante do universo, depois que um satélite em órbita detectou uma explosão de raios gama que teria ocorrido há 13 bilhões de anos.

“Trata-se da explosão de raios gama mais remota já detectada, e é também o objeto mais distante já descoberto”, assegurou Nial Tanvir, que liderou a equipe que faz as observações no Very Large Telescope (VLT), no norte do Chile, parte do ESO (Observatório Europeu do Sul).

Na quinta-feira passada, o satélite Swift, da Nasa, detectou uma explosão de raios gama de dez segundos de duração na constelação de Leão.

Rapidamente um grupo de telescópios localizados em diferentes partes do planeta, acompanhou a explosão até que seus efeitos desaparecessem.

As explosões de raios gama são invisíveis aos humanos, mas após liberarem uma intensa explosão de radiação muito energética, são detectáveis durante poucas horas na luz visível e mediante raios infravermelhos próximos.

Através das observações infravermelhas realizadas durante as 17 horas seguintes à explosão pelo VLT, foi possível estabelecer a maior distância já observada em um objeto cósmico.

Como a luz se movimenta a uma velocidade finita, olhar mais longe no universo significa retroceder no tempo, por isso que a explosão ocorreu quando o universo tinha cerca de 600 milhões de anos.

“Agora podemos ter certeza de que explosões ainda mais remotas serão descobertas no futuro, o que abrirá uma janela no estudo das primeiras estrelas”, afirmou Tanvir.

Planetas ‘caem’ dentro de sóis e desaparecem, diz estudo

Um estudo realizado nos Estados Unidos indica que alguns planetas descobertos fora do nosso sistema solar “caem” dentro de seus próprios sóis e desaparecem.

Segundo o astrônomo Rory Barnes, da Universidade de Washington, trata-se da primeira prova de um fenômeno já previsto por modelos computacionais no ano passado, que mostravam que a força da gravidade é capaz de “puxar” um planeta para dentro de seu sol.

“Quando examinamos as propriedades de planetas extra-solares, podemos ver que esse fenômeno já ocorreu com alguns deles”, afirmou Barnes.

Os modelos computacionais apontam a localização dos planetas em um determinado sistema solar, mas a observação direta mostrou que, em alguns desses sistemas, os planetas que deveriam estar mais próximos de seu sol não existem mais.

Segundo os cientistas, a proximidade entre esses astros faz com que um “puxe” o outro com uma força gravitacional cada vez mais intensa, que causa uma deformação na superfície do sol, provocando ondas na sua superfície gasosa.

“As ondas distorcem a forma dessas estrelas, e quanto maior essa distorção, mais rapidamente as ondas ‘puxam’ o planeta para dentro”, explicou Brian Jackson, do Laboratório Lunar e Planetário da Universidade do Arizona, e chefe da equipe de pesquisadores.

Massas gasosas

A maioria dos planetas descobertos fora do nosso sistema solar são gigantes massas gasosas, como Júpiter, mas ainda maiores que este planeta.

Entretanto, no início deste ano, astrônomos detectaram um planeta extra-solar mais parecido com a Terra do que qualquer outro encontrado até o momento.

Batizado de CoRoT-7 B, o astro tem uma órbita a cerca de 2,4 milhões de quilômetros de seu sol – uma distância menor do que Mercúrio está do nosso Sol. Com isso, o planeta estaria em vias de ser ‘absorvido’.

“A destruição deste planeta é lenta, mas inevitável”, decretou Jackson.

“As órbitas desses planetas mudam em uma ordem de dezenas de milhões de anos. Em um certo momento, o planeta fica tão perto de seu sol que, começa a ser desmantelado por ele”, disse o cientista.

“Ou o planeta é destruído antes de atingir a superfície do sol, ou, no processo de destruição, sua órbita acaba entrando em intersecção com a atmosfera desse sol e o calor dele faz o planeta desaparecer.”

Os cientistas esperam que o estudo, a ser publicado no Astrophysical Journal, facilite a compreensão de como as estrelas destroem planetas e como esse processo afeta as órbitas planetárias.

Baixa atividade do sol intriga astrônomos


A observação da estrela mais próxima da Terra está intrigando os astrônomos, que estão prestes a estudar novas imagens do sol captadas no espaço na Reunião Nacional de Astronomia do Reino Unido.

O sol normalmente passa por ciclos de atividade de 11 anos. Em seu pico, ele tem uma atmosfera efervescente que lança chamas e “pedaços” gasosos super quentes do tamanho de pequenos planetas. Depois deste pico, o astro normalmente passa por um período de calmaria.

Esperava-se que o sol voltasse a esquentar no ano passado depois de uma temporada de calmaria. Mas em vez disso, a pressão do vento solar chegou ao seu nível mais baixo em 50 anos, as emissões radiológicas são as mais baixas dos últimos 55 anos e as atividades mais baixas de manchas solares dos últimos 100 anos.

Segundo a professora Louise Hara, do University College London, as razões para isso não estão claras e não se sabe quando a atividade do sol vai voltar ao normal. “Não há sinais de que ele esteja saindo deste período”, disse ela à BBC News. “No momento, há artigos científicos sendo lançados que sugerem que ele vai entrar em um período normal de atividade em breve.”

“Outros, no entanto, sugerem que ele vai passar por outro período de atividades mínimas – este é um grande debate no momento.”

Mini era do gelo

Em meados do século 17, um período de calmaria – conhecido como Maunder Minimum – durou 70 anos, provocando uma “mini era do gelo”. Por isso, alguns especialistas sugeriram que um esfriamento semelhante do sol poderia compensar os efeitos das mudanças climáticas.

Mas segundo o professor Mike Lockwood, da Universidade de Southhampton, isso não é tão simples assim. “Quisera eu que o sol estivesse vindo a nosso favor, mas, infelizmente, os dados mostram que não é esse o caso”, disse ele.

Lockwood foi um dos primeiros pesquisadores a mostrar que a atividade do sol vinha decrescendo gradualmente desde 1985, mas que, apesar disso, as temperaturas globais continuavam a subir.

“Se você olhar cuidadosamente as observações, está bem claro que o nível fundamental do sol alcançou seu pico em cerca de 1985 e o que estamos vendo é uma continuação da tendência para baixo (na atividade solar), que vem ocorrendo há cerca de duas décadas.”

“Se o enfraquecimento do sol tivesse efeitos resfriadores, já teríamos visto isso a esta altura.”

Meio termo

Análises de troncos de árvores e de camadas inferiores de gelo (que registram a história ambiental) sugerem que o sol está se acalmando depois de um pico incomum em sua atividade.

Lockwood acredita que, além do ciclo solar de 11 anos, há uma oscilação solar que dura centenas de anos. Ele sugere que 1985 marcou o pico máximo deste ciclo de longo prazo e que o Maunder Minimum marcou seu ponto mais baixo.

Para ele, o sol agora volta a um meio termo depois de um período em que esteve praticamente no topo de suas atividades.

Dados do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) mostram que as temperaturas globais subiram em média 0,7 C desde o início do século 20.

As projeções do IPCC são de que o mundo vai continuar a esquentar, e a expectativa é de que as temperaturas aumentem entre 1,8 C e 4 C até o fim deste século.

Ninguém sabe ao certo como funciona o ciclo e altos e baixos na atividade solar, mas os astrônomos se veem, agora, graças a avanços tecnológicos, em uma posição privilegiada para estudar o astro-rei.

Segundo o professor Richard Harrison, do Laboratório Rutheford Appleton, em Oxfordshire, este período de quietude solar dá aos astrônomos uma oportunidade única.

“Isso é muito animador, porque como astrônomos nunca vimos nada assim em nossas vidas”, disse ele. “Temos uma sonda lá no alto para estudar o sol com detalhes fenomenais. Com esses telescópios podemos estudar esta atividade mínima de um modo que nunca fizemos no passado.”

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  • Veja a Matéria da TVCentro América Falando sobre o golpe aplicado em minha casa - http://bit.ly/388xNl 1 week ago