Arquivo para Maio, 2008

Palestra em SP confirmada para dia 31/05 !

Maiores informações: 11-8322-7987

Houston: We have a Problem, our bathroom dont working well…Temos um problema Houston, nosso banheiro quebrou!

Os astronautas em órbita da Terra informaram o controle de missão nesta semana de um sério problema a bordo: o único vaso sanitário da Estação Espacial Internacional quebrou.

Se um problema no banheiro já dá dor de cabeça suficiente aqui na Terra, não é difícil imaginar como seria no espaço. Felizmente, no entanto, a parte de remoção dos resíduos sólidos está funcionando. O problema é com o ventilador a motor que retira o líquido, que já estava dando problema há algum tempo.

Para sorte dos astronautas, o ônibus espacial Discovery deve partir para a estação no próximo sábado e sua tripulação vai consertar o problema.

Até agora, os três homens a bordo do complexo orbital estavam se aliviando no pequeno e desconfortável banheiro da cápsula russa Soyuz – que serve de nave de fuga em casos de emergência. A capacidade do banheiro russo, no entanto, esgotou. Agora, o trio precisa usar um equipamento improvisado conectado ao vaso defeituoso, que recolhe a urina.

Não é a primeira vez que o banheiro da estação espacial dá defeito. Isso já aconteceu antes, mas o problema foi resolvido rapidamente pela própria tripulação. Dessa vez, no entanto, não se sabe o que causou a parada.

Phoenix pousa com sucesso em Marte

O sinal foi recebido com muitos aplausos na sala de controle do JPL (Laboratório de Propulsão a Jato) da Nasa, em Pasadena, Califórnia: a sonda Phoenix conseguiu fazer um difícil pouso próximo à região do pólo norte de Marte.

 

“Tudo indica que chegamos”, disse, aliviado, ao G1 o engenheiro Ramon de Paula, logo que as primeiras transmissões começaram a fluir. O brasileiro é responsável pela missão no quartel-general da agência espacial americana, em Washington, mas foi acompanhar a descida “ao vivo” no JPL.

 

O sinal de pouso foi detectado como o previsto, às 20h53 (horário de Brasília). A descida teria ocorrido cerca de 15 minutos antes, mas esse é o tempo que as ondas de rádio levam para viajar de Marte até a Terra. Pelos dados recebidos até agora, a espaçonave desceu numa região praticamente plana — um golpe de sorte para facilitar o pouso.

 

A Phoenix sobreviveu a uma longa jornada de dez meses no espaço interplanetário, até o pouso com sucesso. Espera-se que ela possa conduzir pelo menos 90 dias de observações.

 

Se o bom desempenho da sonda for confirmado, a Nasa terá três artefatos funcionando na superfície marciana. Além da Phoenix, os jipes Spirit e Opportunity, lançados em 2003, continuam em operação.

 

 

 Grande desafio

A vitória obtida pelos engenheiros da Nasa não pode ser subestimada. A equipe da agência espacial americana tinha por objetivo realizar uma forma de pouso que foi conduzida com sucesso em Marte pela última vez em 1976 — 32 anos atrás.

Em vez de usar airbags para o contato final com a superfície — como o fizeram as missões robóticas Mars Pathfinder e Mars Exploration Rovers –, a Phoenix usou retrofoguetes, que desaceleraram a sonda e permitiram que ela pousasse suavemente sobre seus três pés.

A última sonda a tentar fazer isso foi a americana Mars Polar Lander — que se espatifou no chão marciano, em 1999, e nunca mais foi vista. Curiosamente, a Phoenix está lá para fazer o que a Polar Lander não conseguiu — descer numa das regiões mais geladas de Marte. Só que, enquanto a Polar Lander mirou uma área próxima ao pólo sul, a Phoenix tentará a sorte no pólo norte. 

Todas essas emoções, a um custo de quase meio bilhão de dólares (US$ 420 milhões dos EUA, mais US$ 37 milhões vindos do Canadá, que bancou a estação meteorológica instalada a bordo da sonda).

Claro que, para arriscar tanto, a Nasa espera recompensas.

 

 Sinais de vida

Caso a missão dê certo, terá uma oportunidade única de estudar o gelo marciano — que tem, além de dióxido de carbono, também água, como seus componentes. Mais que isso, sensores poderão procurar, em meio a essas pedras congeladas, substâncias orgânicas. Seria o próximo passo na busca por vida no planeta vermelho, depois que os jipes Spirit e Opportunity constataram que Marte já teve grandes quantidades de água corrente em sua superfície — um dos sinais para identificar a habitabilidade de um mundo, segundo os astrobiólogos.

Por ora, entretanto, tudo que a Nasa quer é que a Phoenix envie dados científicos. É um passo crucial para manter o programa de exploração marciana nos trilhos, já que o futuro não parece particularmente animador no planejamento da agência a partir da próxima década.

Missão da Nasa levará chip com mais de 1 milhão de nomes para o espaço. Você também pode ir !

Alexandre Brum / Agência O DiaRio – Quem nunca sonhou ser astronauta, entrar em um foguete e pisar na Lua? Você provavelmente não fará essa viagem, mas o seu nome pode chegar até lá. Em novembro, a Nasa (Agência Espacial Norte-americana) enviará o satélite Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO) para mapear a Lua. Além de robôs, o LRO levará a bordo chip com identidade de mais de 1 milhão de terráqueos.

Desde 1972, nenhum ser humano pisa na Lua. A missão LRO é o próximo passo para o retorno do homem ao satélite natural da Terra, o que deve acontecer em 2020. A decolagem será em 24 de novembro do Centro Espacial Kennedy, na Flórida (EUA). Em quatro dias, o equipamento entra na órbita lunar, onde ficará a 50 km de distância do solo, por um ano. Além de reunir informações para preparar futuras viagens humanas, a missão da Nasa colherá dados sobre a radiação que ajudarão nos estudos de como raios UV afetam os seres humanos a médio e longo prazos. Para escrever seu nome nas estrelas, basta acessar http://lro.jhuapl.edu/NameToMoon/index.php, preencher os campos e imprimir o certificado de participação. A campanha ‘Mande seu nome para a Lua’ vai até o dia 27 de junho. Até o fim da noite de sexta-feira, 1,05 milhão de pessoas já haviam se cadastrado.

PAIXÃO PELA CIÊNCIA

Aluno da 7ª série da Escola Municipal Christiano Hamman, na Gávea, Pedro Lourenço Trindade Louzeiro, 13 anos, já assinou sua presença no espaço sideral. Apaixonado por Astronomia, há um ano faz do Planetário da Gávea sua casa. “Venho aqui todos os dias e já fiz quase todos os cursos daqui”, garante o aspirante a astronauta. Para o astrônomo Jorge Marcelino, Pedro está no caminho certo rumo à galáxia. “A competição é um bom caminho para se conhecer mais desta ciência maravilhosa”, incentiva. Aos 6 anos, Luigi Berri já definiu: quer ser cientista. Curioso, usa computador desde os 4 anos e já mandou toda a família para o espaço. Da casa da avó, em Copacabana, ele acessou o site da Nasa com o primo Enzo Cestari Amaral, 6. “Mandei o nome do meu pai, da minha mãe, da minha vó e de um amiguinho para os astronautas verem. Mas se eu pudesse, iria junto com eles”, revelou o menino.

Aos 20 anos, Erik Mendes Corrêa Ferreira já tem idade suficiente para transformar sua paixão em futura profissão. Ele é estudante do 5º período de Astronomia da UFRJ. Como Pedro e Luigi, sempre gostou de Ciências. “Tive certeza do que queria nas aulas de Física do Ensino Médio. Depois de formado, pretendo trabalhar com pesquisa em alguma universidade”, traça sua trajetória. Para alcançar seu objetivo, não fica com a cabeça só na Lua, mas também sobre os livros. Já ganhou uma medalha de ouro e uma de prata em três Olimpíadas de Astronomia. Segundo Carlos Roberto Rabaça, coordenador da única graduação do gênero no Brasil, a turma se dissipa ao longo do curso. De cada 30 inscritos, só quatro se formam. “Muitos não imaginam que a Astronomia seja baseada em Física e Matemática. Quando descobrem, desistem”, explica.

Musa de exploradores e artistas, a Lua é protagonista na crendice popular brasileira. Astrônomo do Planetário do Rio, Bruno Rainho Mendonça desfaz os mitos desse objeto celeste, o que está mais próximo de nós: “A influência mais notável dela sobre a Terra são as oscilações das marés. Não existe nenhuma comprovação científica de que exerça efeito nos cortes de cabelos ou em partos, como as pessoas acreditam”.

Nasa tenta pousar sonda neste domingo para achar ‘tijolos da vida’ em Marte

engenheiros da Nasa terão apenas mais uma oportunidade de ajustar o curso da espaçonave, no sábado. Depois disso, o destino da Phoenix já estará selado, antes mesmos da difícil tentativa de descida no planeta vermelho, marcada para as 20h53 deste domingo (25).

O desafio não pode ser subestimado. A equipe da agência espacial americana tem por objetivo realizar uma forma de pouso que foi conduzida com sucesso em Marte pela última vez em 1976 — 32 anos atrás.

Em vez de usar airbags para o contato final com a superfície — como o fizeram as missões robóticas Mars Pathfinder e Mars Exploration Rovers –, a Phoenix usará retrofoguetes, que devem desacelerar a sonda e permitir que ela pouse suavemente sobre seus três pés.

A última sonda a tentar fazer isso foi a americana Mars Polar Lander — que se espatifou no chão marciano, em 1999, e nunca mais foi vista. Curiosamente, a Phoenix está lá para fazer o que a Polar Lander não conseguiu — descer numa das regiões mais geladas de Marte. Só que, enquanto a Polar Lander mirou uma área próxima ao pólo sul, a Phoenix tentará a sorte no pólo norte.

A Nasa sabe que é uma missão de alto risco. Quanto risco? “Tem muitos cálculos, mas o melhor medidor é dizer que menos de 50% das missões para Marte tiveram sucesso. A missão tem muito risco”, disse ao G1 Ramon de Paula, engenheiro brasileiro responsável pela missão no Quartel-General da Nasa, em Washington.

Pode acontecer de tudo. A descida é feita automaticamente, e todos os sistemas — ativação dos pára-quedas, desprendimento do escudo térmico, acionamento dos retrofoguetes — precisam funcionar na hora certa, com todas as incertezas que a entrada atmosférica em um mundo alienígena traz.

Além disso, a Phoenix também precisará de sorte. Com 2,6 metros de comprimento, a sonda pode se quebrar ao meio, se der o azar de cair sobre uma rocha suficientemente grande. Não há como controlar com precisão o local de pouso (no máximo, os engenheiros desenham uma elipse imaginária no solo, e a sonda deve cair em algum ponto daquela área), de modo que o pedregulho fatal é uma real possibilidade.

Pedras adjacentes ao local de pouso também podem prejudicar a abertura dos painéis solares, colocando em risco o sucesso da missão.

Todas essas emoções, a um custo de quase meio bilhão de dólares (US$ 420 milhões dos EUA, mais US$ 37 milhões vindos do Canadá, que bancou a estação meteorológica instalada a bordo da sonda).

Claro que, para arriscar tanto, a Nasa espera recompensas.

Caso a missão dê certo, terá uma oportunidade única de estudar o gelo marciano — que tem, além de dióxido de carbono, também água, como seus componentes. Mais que isso, sensores poderão procurar, em meio a essas pedras congeladas, substâncias orgânicas. Seria o próximo passo na busca por vida no planeta vermelho, depois que os jipes Spirit e Opportunity constataram que Marte já teve grandes quantidades de água corrente em sua superfície — um dos sinais para identificar a habitabilidade de um mundo, segundo os astrobiólogos.

Por ora, entretanto, tudo que a Nasa quer é que a Phoenix pouse com sucesso e envie dados científicos. É um passo crucial para manter o programa de exploração marciana nos trilhos, já que o futuro não parece particularmente animador no planejamento da agência a partir da próxima década.

Revista Época analisa “planetários Virtuais” da Google e Microsoft


MICROSOFT
O WWT permite fazer visitas guiadas pelo Sistema Solar

A briga entre Microsoft e Google chegou ao espaço. Na semana passada, a Microsoft lançou o WorldWide Telescope (WWT), a versão de teste de um programa gratuito que permite a observação do Universo com imagens captadas pelos principais telescópios em órbita, como o Hubble, o Chandra e o Spitzer. O programa compete diretamente com o Google Sky, mas ambos têm suas particularidades. Com o WWT, é possível viajar por constelações, fazer passeios guiados por astrônomos e localizar planetas no espaço no passado, no presente e em projeções futuras. Os mais experientes podem buscar estruturas escondidas com ajuda da visualização infravermelha ou de microondas, que permitem observar o Universo por diferenças de temperatura, por exemplo. Para aproveitar bem os programas, é preciso ter as configurações recomendadas para o computador e banda larga de internet.

Para testar o programa, ÉPOCA pediu ajuda ao astrônomo Ricardo Ogando, do Observatório Nacional, no Rio de Janeiro, que analisou o WWT e o Google Sky – como astrônomo e como usuário comum de um programa de computador. Ele relata sua experiência:

“Por muito tempo as pessoas podiam usar os chamados ‘programas de planetário’ como Starry Nights (pago) e Stellarium (gratuito), para observar o espaço. Eles podem colocar o observador em diferentes lugares da Terra e em várias épocas, o que permite a um astrônomo amador programar suas observações do céu. Outros programas, como o Aladin, são usados por astrônomos profissionais há alguns anos. Em agosto passado, surgiu o Google Sky, pioneiro na visualização on-line.

GOOGLE SKY
Na versão especial de Marte é possível observar crateras e montes

“Os dois programas funcionaram bem em meu computador. O WWT namora com o astrônomo profissional, pois tem conexão direta com bancos de dados tradicionalmente usados nessa área, como o Simbad (que capta informações) e o DSS (que capta imagens). Outro ponto positivo é a possibilidade de encontrar com facilidade a lista de publicações astronômicas de uma estrela ou de uma galáxia. A interface e os tutoriais são excelentes. Espero que em algum momento eles sejam dublados ou apresentados de forma semelhante por astrônomos brasileiros, o que deve facilitar o entendimento de quem não fala inglês. Fora isso, o WWT permite localizar uma cidade ou a latitude e a longitude, para observar o céu a partir daquele ponto.

“No Google Sky, o mais interessante é a camada ‘histórica’, onde há mapas antigos de constelações – um recurso muito legal para os aficionados nas histórias ligadas a elas. Além do Sky, há também o Google Moon e o Mars, que permitem explorar as superfícies da Lua e de Marte. No WWT, pode-se ver o relevo de alguns planetas com bastante detalhe. Em Marte, observa-se o Monte Olimpo, o maior do Sistema Solar, que se destaca quando visto de perfil. Há panorâmicas interessantes de Marte feitas pelas sondas Opportunity e Spirit.

“A concorrência entre a Microsoft e o Google é ótima. O Google está envolvido no projeto do telescópio LSST, que observará o céu inteiro a cada três dias. A empresa fará o gerenciamento dos dados captados. O volume dessas informações será astronômico. Poderá atingir a casa dos petabytes (milhões de gigabytes). Em mais alguns anos, as imagens captadas por esse novo telescópio poderão estar na tela de seu computador. O projeto está sendo desenvolvido por um grupo de institutos nos Estados Unidos e é possível que o Brasil faça parte dele

É possível acreditar em Deus e em ETs, diz diretor do Vaticano


O diretor do Observatório Astronômico do Vaticano, o jesuíta argentino José Gabriel Funes, afirmou que é possível acreditar em Deus e em vida fora da Terra.

“Pode-se admitir a existência de outros mundos e outras vidas, inclusive mais evoluída que a nossa, sem por isso questionar a fé na criação, na encarnação e na redenção”, disse. “É possível crer em Deus e nos extraterrestres”, afirmou, em entrevista ao jornal “L’Osservatore Romano”.

O jesuíta argentino afirmou que a astronomia aproxima o homem de Deus e ressaltou que é um “mito” considerar que essa ciência favorece uma visão atéia do mundo.

Funes destacou que o Universo não é infinito, que tem 14 bilhões de anos e que a teoria do Big Bang é a que melhor explica, até agora, a origem do mundo.

Questionado sobre se a teoria do Big Bang reforça ou contradiz a visão de fé baseada no que conta a Bíblia, Funes disse que, “como astrônomo, continuo achando que Deus é o criador do Universo e que nós não somos frutos da casualidade, mas filhos de um bom pai, o qual tem para nós um projeto de amor”.

Funes afirmou também que os astrônomos sustentam que o Universo é formado por 100 bilhões de galáxias, cada uma das quais composta por 100 bilhões de estrelas e que muitas delas ou quase todas podem ter planetas.

“Como pode-se excluir que a vida não tenha se desenvolvido em outras partes?”, perguntou

Microsoft Lança Observatório Virtual


A Microsoft antecipou para hoje o lançamento do seu Observatório Virtual. Conhecido como Telescópio Mundial, traz as melhores imagens dos telescópios baseados na Terra e no espaço, e pretende ser uma ferramenta para encrementar o ensino da astronomia nas escolas.
Com apenas 10 minutos, numa conexão ADSL, qualquer um pode baixar o programa no site do projeto http://worldwidetelescope.org/

A partir de agora, a poluição luminosa, mudanças climáticas ou qualquer outra intempere da natureza não vai mais atrapalhar os astrônomos de plantão.

Sou contra a Mudanda de Fuso no MT e MS !

Projeto de lei não prevê consulta popular

Ouça meu aúdio no MT Via rádio sobre o assunto

Matéria na Integra:http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=316783

Senadores que defendem mudança de horário para o vigente em Brasília, em MT e MS, dizem, porém, que não há problemas em ouvir a população, se necessário

 

ALEXANDRE APRÁ
Especial para o Diário

O texto do projeto de lei que tramita no Senado sobre a mudança do fuso horário de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul não prevê a realização de audiências públicas para discussão do assunto. No entanto, os senadores propositores, Jayme Campos (DEM-MT) e Delcídio Amaral (PT-MS), dizem que não há problemas para ouvir a população.

A argumentação dada pelos parlamentares para a mudança são os prejuízos causados à economia local em detrimento da diferença do fechamento do mercado financeiro nacional e dos bancos.

O senador sul mato-grossense, Delcício Amaral, afirma que a proposta está sendo aderida maciçamente, não só por empresários e comerciantes, mas também por toda a população. “A Câmara municipal de Campo Grande já se demonstrou a favor do projeto”, justifica.

Em Mato Grosso, as opiniões ainda estão divididas. Alguns defendem que o projeto é justificado pelo fator econômico, que será beneficiado. No entanto, outros são contra, por conta das modificações no fator biológico e no cotidiano das pessoas.

O pesquisador em astronomia, Eduardo Baldaci, afirma que a mudança do fuso horário irá refletir nas horas de “foto-período”. Ou seja, o ser humano estará exposto ao sol por mais tempo, já que se porá mais tarde a partir da mudança. Baldaci também explica que a partir de 2010, o sistema solar iniciará um novo

Astrônomo diz que incidência solar será muito maior, o que não vê como positivo

ciclo, chamado de ciclo máximo, que resultará em mais incidência de raios solares na Terra por 11 anos.

Além disso, ele alerta para os efeitos do “Jet Lag”, que são os efeitos da mudança drástica de fuso horário que é sentida pelo corpo humano, geralmente sentidos em viagens para outros países com fuso horário diferente. “Acho que o melhor mesmo é que a população seja ouvida. Particularmente, eu sou contra”, opina.

O advogado Cezino Maciel também é contra a proposta e planeja um levante contra a mudança. Para ele, uma hora a menos no relógio representará problemas de adaptações a pessoas idosas que já estão acostumadas ao horário vigente. “Não acrescenta em nada para o povo”.

Por outro lado, a geógrafa da Universidade Federal de Mato Grosso, Gilda Maenteli, pondera que, do ponto de vista geográfico, não há nenhuma interferência. Ela cita a experiência do Pará, que está na mesma altura geográfica de Mato Grosso, mas vive no horário de Brasília. Ela ainda acrescenta que, da perspectiva biológica, não há transtorno, já que as pessoas facilmente se adaptam ao horário verão todos os anos.

O projeto de lei número 177 já foi apresentado e está na mesa diretora do Senado Federal. Agora, ele será encaminhado a duas comissões: a de Constituição e Justiça e a de Assuntos Econômicos. Segundo Delcídio Amaral, deverá ser pedido caráter de “urgência urgentíssima” para que possa entrar na pauta de votação ainda este ano. Se aprovado no Senado, o projeto é enviado então à Câmara Federal onde também deve passar por votação. Se a Câmara indicar que deverão ser feitas mudanças ou alterações no texto, ele deve voltar ao Senado e todo processo tem que ser refeito. “Faremos o máximo para que ele seja aprovado em sua totalidade”, explica.

Satélite da NASA captura danos causados por Ciclone em Mianmar

A Primeiro ciclone da temporada de 2008 foi flagrado pelo Satélite Terra da NASA. O ciclone que atingiu Mianmar matou mais de 15 mil pessoas e seus efeitos puderam ser visto do espaço.

The first cyclone of the 2008 season in the northern Indian Ocean was a devastating one for Burma. According to reports from Accuweather.com, Cyclone Nargis made landfall with sustained winds of 130 mph and gusts of 150-160 mph, the equivalent of a strong category 3 or minimal category 4 hurricane. News reports stated that several thousand people have been killed, and thousands more were missing as of May 5.

Flood water can be difficult to see in photo-like satellite images, particularly when the water is muddy. This pair of images from the Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer (MODIS) on NASA’s Terra satellite use a combination of visible and infrared light to make floodwaters obvious. Water is blue or nearly black, vegetation is bright green, bare ground is tan, and clouds are white or light blue.

On April 15, rivers and lakes are sharply defined against a backdrop of vegetation and fallow agricultural land. The Irrawaddy River flows south through the left-hand side of the image, splitting into numerous distributaries known as the Mouths of the Irrawaddy. The wetlands near the shore are a deep blue green. Cyclone Nargis came ashore across the Mouths of the Irrawaddy and followed the coastline northeast.

The entire coastal plain is flooded in the May 5 image. The fallow agricultural areas appear to have been especially hard hit. For example, Yangôn (population over 4 million) is almost completely surrounded by floods. Several large cities (population 100,000-500,000) are in the affected area. Muddy runoff colors the Gulf of Martaban turquoise.

The high-resolution image provided above is at MODIS’ maximum spatial resolution (level of detail) of 250 meters per pixel. The MODIS Rapid Response Team provides twice-daily images of the region in additional resolutions and formats, including photo-like natural color.

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