Arquivo para Fevereiro, 2008

Pólo Sul da Lua é mais montanhoso do que se pensava, diz Nasa

Usando um radar instalado no deserto do Mojave (Califórnia), a agência espacial norte-americana fez o mais detalhado mapa já visto do Pólo Sul lunar e descobriu enormes picos e crateras.

A Nasa examinou uma região próxima à cratera Shackleton, onde há pedaços em perpétua escuridão, e outros quase sempre expostos à luz solar. Os cientistas já haviam obtido imagens daquela região, mas nunca com tanta definição, segundo a Nasa.

As margens da cratera podem receber o pouso de uma futura missão tripulada à Lua, disse a agência. Já havia sinais conhecidos de que poderia haver gelo nas áreas escuras da cratera, mas isso nunca foi comprovado.

Existe naquela região uma montanha com cerca de 6.000 metros de altitude, equivalente ao monte McKinley (Alasca), ponto culminante da América do Norte. Já as crateras têm até 4 quilômetros de profundidade. Os cientistas perceberam que o maior vulcão terrestre, o havaiano Mauna Loa, caberia tranqüilamente nesse buraco.

“Continua sendo uma área de alto interesse para futuros pousos humanos. E esse tipo de informação é crítica para nós em compreender em que estamos nos metendo se escolhermos pousar aqui”, disse Doug Cooke, do Diretório da Missão de Sistemas Exploratórios da Nasa.

Segundo ele, o terreno acidentado não torna a área “menos atraente” para a Nasa, inclusive devido à importância do fato de que pode haver gelo ali.

“Ter água congelada nos dá uma fonte de água e nos dá uma fonte de hidrogênio e oxigênio, que podem ser transformados em combustível. Uma das coisas que nos interessa fazer conforme exploramos a Lua e finalmente Marte é aprender a tirar vantagem dos recursos que há para melhorar as missões e reduzir a quantidade de reabastecimento e logística da Terra”, afirmou Cooke.

Scott Hensley, da Equipe de Imagens Lunares da Nasa, disse que os novos dados serão valiosos na escolha dos melhores locais também para operações teleguiadas.

A região polar da Lua foi analisada em três ocasiões durante um período de seis meses em 2006, usando para isso a enorme parabólica de 70 metros do Radar Goldstone do Sistema Solar, que enviava um feixe de 500 kilowatts e 90 minutos de duração até a Lua, a uma distância de 373 mil quilômetros.

O sinal do radar ricocheteou numa área de 650 por 400 quilômetros, e os sinais foram devolvidos em cerca de 2,5 segundos a duas antenas na Terra, de acordo com a Nasa.

Cientistas detectam maior estrutura de matéria escura, com 270 milhões de anos-luz

Uma equipe internacional de astrônomos detectou a maior estrutura de matéria escura já observada no Universo, com 270 milhões de anos-luz, informou nesta quinta-feira a revista norte-americana Astronomy and Astrophysics.

A matéria escura é detectada pelos astrofísicos graças à força de atração gravitacional que exerce sobre o que a cerca. Diferencia-se da energia escura porque esta, em troca, repele a matéria ao seu redor e é responsável pela expansão do universo.

“Da mesma forma que a estrutura óssea do corpo humano se torna visível com os raios X, a matéria escura deixa seu rastro na luminosidade das galáxias, revelando sua presença com a força gravitacional que exerce”, explica o Instituto Nacional de Ciências do Universo francês (Insu).

A estrutura filamentosa de 270 milhões de anos-luz (um ano-luz corresponde a uma distância de 9,46 trilhões de quilômetros), descoberta graças às imagens do Telescópio Canadá-França-Havaí (CFHT), se estende por uma distância que representa “mais de 2.000 vezes a dimensão de nossa galáxia, a Via Láctea”, segundo o Insu.

O recorde anterior de uma estrutura de matéria escura detectada se aproximava dos 100 milhões de anos-luz.

Mas inclusive as dimensões medidas desta vez “correspondem aos limites de nossa capacidade de observação. Na realidade, estas estruturas devem ser ainda maiores”, explica à AFP Martin Kilbinger, um dos 19 astrônomos autores do estudo.

Segundo os astrofísicos, o universo é composto de 75% de energia escura, 21% de matéria escura e somente 4% de matéria ordinária, integrada por nêutrons, prótons e elétrons.

“Acreditamos que a matéria escura seja composta de partículas que não conhecemos”, explica Kilbinger. “Sua interação com a matéria ordinária é muito pequena. Passa pela Terra sem deixar rastro algum”, acrescenta.

Sol engolirá a Terra em 7,6 bi de anos, diz astrônomo

Um novo cálculo realizado por astrônomos afirma que a Terra será “engolida” pelo Sol em 7,6 bilhões de anos, segundo um estudo publicado pela revista científica Monthly Notices of the Royal Astronomical Society. A previsão quer terminar com um longo debate sobre a capacidade do nosso planeta de resistir ou não à atração gravitacional solar.

Outras teorias dizem que a Terra vai “fritar” no momento que o Sol se expandir. Mas o tempo estimado varia em bilhões de anos. “Ainda que esse problema tenha sido abordado antes, nós acreditamos que esta é a melhor abordagem sobre o assunto”, disse o astrônomo britânico Robert Smith, da Universidade de Sussex.

Ainda que 7,6 bilhões de anos pareça muito tempo, não é aconselhável deixar de lado o fato de que o clima do nosso planeta vai esquentar ainda mais, acompanhando o ritmo do Sol. “Depois de cerca de um bilhão de anos a Terra não terá atmosfera nem água, e a temperatura na superfície chegará a centenas de graus Celsius”, disse Smith.

Apesar de provavelmente não estarmos mais aqui, os cientistas estão curiosos sobre o episódio final da Terra. Estudos recentes do próprio Smith indicam que, quando o Sol envelhecer e se tornar uma gigante vermelha, ele vai perder massa e força gravitacional. Isso pode fazer com que a Terra seja capaz de se “desprender” da órbita da estrela.

Mas esse cenário não considera as forças relativas, como as exercidas pelas suas camadas externas. Os campos gravitacionais menores do Sol não são completamente insignificantes em relação à órbita da Terra – eles fazem com que o lado do Sol voltado para o nosso planeta acumule mais massa, ficando mais “inchado”.

“Ao mesmo tempo em que a Terra faz o Sol ‘inchar’, o Sol atrai a Terra, e faz com que o nosso entre vagarosamente em sua órbita”, disse Smith. “No final, vamos acabar dentro do Sol”. Além disso, o gás que a estrela expele vai arrastar a Terra à morte, sentenciou o cientista ao site Space.com.

Earth’s Final Sunset Predicted

“Some say the world will end in fire, Some say in ice,” wrote the poet Robert Frost. Astronomers, it turns out, are in the former camp.

A new calculation predicts that Earth will be swallowed up by the sun in 7.6 billion years, capping off a longstanding debate over whether the sun’s gravitational pull will have weakened enough for Earth to escape final destruction or not.

Other theorists have predicted that our planet will fry as the sun expands in its old age. But the time estimates have varied by a couple billion years.

“Although people have looked at these problems before, we would claim this is the best attempt that’s been made to date, and probably the most reliable,” said astronomer Robert Smith, emeritus reader at the U.K.’s University of Sussex, who made the new calculations with astronomer Klaus-Peter Schroeder of the University of Guanajuato in Mexico. “What we’ve done is to refine existing models and to put the best calculations we can at each point in the model.”

If 7.6 billion years doesn’t sound like an urgent death sentence, don’t relax yet. Regardless of whether Earth will ultimately be vaporized, as the sun heats up, our planet will become too hot to live on before then.

“After a billion years or so you’ve got an Earth with no atmosphere, no water and a surface temperature of hundreds of degrees, way above the boiling point of water,” Smith told SPACE.com. “The Earth will become dry basically. It will become completely impossible for life of any kind to exist. It’s a pretty gloomy forecast.”

Nonetheless, scientists are curious about the ultimate fate of our planet after we are gone (like all previous hominids and more than 99 percent of all species that have lived on Earth, humans will probably go extinct, and it will likely happen sooner than a billion years).

Smith’s earlier studies found that Earth would narrowly escape being engorged. As the sun ages and expands into a red giant star, it will shed its outer gaseous layers, thus losing mass and weakening its gravitational pull. Previous calculations found that this let-up would allow the Earth’s orbit to shift outward, enabling the planet to slip free of the smoldering sun.

But this scenario doesn’t account for tidal forces, and the drag of the sun’s outer layers. As the Earth orbits the sun, its smaller gravitational pull isn’t completely negligible — it actually causes the side of the sun closest to our planet to hoard more mass and bulge out toward us.

“Just as the Earth is pulling on the sun’s bulge, it’s pulling on the Earth, and that causes the Earth to slow in its orbit,” Smith said. “It will spiral back and finally end up inside the sun.”

In addition, the gas that the sun expels will also drag Earth inward toward its demise.

Smith’s previous calculations had ignored these effects.

“We didn’t think it mattered, but it turns out it does,” he said. “You might say our previous models had a gap.”

There may even be hope for Earth. Some scientists have proposed a scheme for down the road to use the gravity of a passing asteroid to budge Earth out of the way of the sun toward cooler territory, assuming there is life around at the time that is intelligent enough to engineer this solution.

“It sounds like science fiction, but there’s a group of people who have quite seriously suggested that it might be possible,” Smith said. “If it’s done right, that would just keep the Earth moving fast enough to keep it out of harm’s way. Maybe life could go on for as much as 7 billion years.”

Eclipse atraí multidão à Pça. Bandeiras


Matéria da TV Gazeta – Rede Record Mato Grosso – cobrindo o evento.

eclipseg11.jpg
Veja nossa foto no G1.com – http://g1.globo.com/VCnoG1/0,,MUL308762-8491,00-LEITORES+REGISTRAM+ECLIPSE+LUNAR+NO+BRASIL+E+EXTERIOR.html

Fireballs são flagrados por câmeras







Nasa: lua de Saturno tem mais petróleo que a Terra

A lua Titã de Saturno possui reservas de hidrocarbonetos superiores a todas as de petróleo e gás natural conhecidas na Terra, segundo observações realizadas pela sonda Cassini, informou hoje o Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da Nasa.
Titã possui reservas de hidrocarbonetos superiores a todas as de petróleo e gás natural na Terra

Segundo cientistas do Laboratório de Físicas Aplicadas da Universidade de Johns Hopkins, esses hidrocarbonetos caem do céu e formam grandes depósitos em forma de lagos e dunas.

Um dos membros da equipe de cientistas que controla as operações do radar da Cassini no laboratório, Ralph Lorenz, comentou que a Titã esta coberta por material que contém carbono.

A temperatura média em Titã é de -179ºC e, em vez de água, sua superfície está coberta por hidrocarbonetos na forma de metano e etano. Até agora, a Cassini realizou uma prospecção de 20% da superfície da lua Titã, e foram observados centenas de lagos e mares.

Segundo a Nasa, cada uma das várias dúzias desses corpos “líquidos” contém mais hidrocarbonetos que todas as reservas de gás e petróleo conhecidas na Terra. Além disso, suas dunas contêm um volume de materiais orgânicos centenas de vezes maior que as reservas de carvão da Terra.

Eclipse Lunar será visível em todo Brasil, especialmente em Cuiabá.

eclipseg1.jpg

Repercussão no G1 com fotos…

http://rmtonline.globo.com/noticias.asp?n=377565&p=2

SAIU NO G1

SAIU NO PORTAL DO GOVERNO DO ESTADO DO MT


OUÇA O AÚDIO SOBRE O FENÔMENO
http://www.mtviaradio.com.br/imagem/05_18%2002%2008.mp3

eclipse.jpg


Leia a Matéria no Site da Globo MT


Diagrama mostrando lugares aonde o Eclipse poderá ser visöel

Key to Eclipse Visibility Map
P1 Penumbral eclipse begins (not visible to the eye)
U1 Partial eclipse begins
U2 Total eclipse begins
U3 Total eclipse ends
U4 Partial eclipse ends
P4 Penumbral eclipse ends (not visible to the eye)

Visibility: Central Pacific, Americas, Europe, Africa

TABELA PARA MATO GROSSO

On Wednesday night, Feb. 20, for the third time in the past year, the moon will become completely immersed in the Earth’s shadow, resulting in a total lunar eclipse.

As is the case with all lunar eclipses, the region of visibility will encompass more than half of our planet. Nearly a billion people in the Western Hemisphere, more than 1.5 billion in Europe and Africa, and perhaps another half-billion in western Asia will be able to watch — weather permitting — as the brilliant mid-winter full moon becomes a shadow of its former self and morphs into a glowing coppery ball.

Almost everyone in the Americas and Western Europe will have a beautiful view of this eclipse if bad weather doesn’t spoil the show. The moon will be high in a dark evening sky as viewed from most of the United States and Canada while most people are still awake and about.

Local conditions

The only problematic area will be along the Oregon and northern California coast, where the first partial stage of the eclipse will already be under way when the moon rises and the sun sets on Wednesday evening. But if you have an open view low to the east, even this situation will only add to the drama, for as twilight fades, these far-Westerners will see the shadow-bitten moon coming into stark view low above the landscape. And by late twilight observers will have a fine view of the totally eclipsed lunar disk glowing red and dim low in the eastern sky.

Alaskans will also see the moon rise during the eclipse; in fact, much of western Alaska will see the moon rise while completely immersed in the Earth’s shadow.

For Hawaiians, moonrise unfortunately comes just after the end of totality, with the moon gradually ascending the sky and its gradual emergence from the shadow readily visible.

Western Europe and Africa also will get a good view of the eclipse, but at a less convenient time: before dawn on Thursday morning, Feb. 21.

Total triangle

Moreover, this eclipse comes with a rare bonus. The planet Saturn (magnitude +0.2) and the bright bluish star, Regulus (magnitude +1.4) will form a broad triangle with the moon’s ruddy disk.

Careful watchers will notice the moon changing its position with respect to the star and planet as it moves eastward through the Earth’s shadow.

Saturn’s position will also depend somewhat on your location. Seen from North America, the great ringed planet will be 3.5 degrees above and to the left of the moon’s center at mid-totality (3:26 Universal time February 21st). At the same moment, Regulus will sit just 2.8 degrees above and to the right of the moon.

Some old-time astronomy buffs may remember from 40 years ago a total lunar eclipse with the moon sitting only about a degree from Spica — a gorgeous celestial tableau! More recently, in 1996, a totally eclipsed moon passed within 2 degrees of Saturn.

But this upcoming double event will be the only one of its kind occurring within the next millennium!

Colors and brightness

There is nothing complicated about how to view this celestial spectacle. Unlike an eclipse of the sun, which necessitates special viewing precautions in order to avoid eye damage, an eclipse of the moon is perfectly safe to watch. All you’ll need to watch are your eyes, but binoculars or a telescope will give a much nicer view.

A careful description of the colors seen on the totally eclipsed moon and their changes is valuable. The hues depend on the optical equipment used, usually appearing more vivid with the naked eye than in telescopes. The French astronomer, Andre Danjon, introduced the following five-point scale of lunar luminosity (“L”) to classify eclipses:

L = 0: Very dark eclipse, moon almost invisible, especially in mid-totality.

L = 1: Dark eclipse, gray or brownish coloration, details distinguishable only with difficulty.

L = 2: Deep red or rust-colored eclipse, with a very dark central part in the shadow, and outer edge of the umbra relatively bright.

L = 3: Brick red eclipse, usually with a bright or yellow rim to the shadow.

L = 4: Very bright copper-red or orange eclipse, with a bluish very bright shadow rim.

Examine the moon at mid-totality and also near the beginning and end of totality to get an impression of both the inner and outer umbra.

At mid-totality, the darkness of the sky is very impressive. Faint stars, which were completely washed-out by the brilliant moonlight prior to the eclipse, become visible and the surrounding landscape takes on a somber hue. As totality ends, the eastern edge of the moon begins to emerge from the umbra, and the sequence of events repeats in reverse order until the spectacle is over.

Unless airborne volcanic aerosols or other unusual atmospheric effects influence its appearance, the moon’s disk should appear moderately bright, especially right around the beginning and end of totality. The lower part of the moon will likely appear brightest and glowing a ruddy or coppery hue, while the upper half of the moon should look more gray or chocolate in color.

Eclipse schedule

The eclipse will begin when the moon enters the faint outer portion, or penumbra of the Earth’s shadow. The penumbra, however, is all but invisible to the eye until the moon becomes deeply immersed in it. Sharp-eyed viewers may get their first glimpse of the penumbra as a delicate shading on the left part of the moon’s disk about 20 minutes before the start of the partial eclipse (when the round edge of the central shadow or umbra, first touches the moon’s left edge). During the partial eclipse, the penumbra should be readily visible as a dusky border to the dark umbral shadow.

The moon will enter Earth’s much darker umbral shadow at 1:43 on Feb. 21 by Greenwich or Universal time, which is 8:43 p.m. on Feb. 20 in the Eastern time zone, 7:43 p.m. Central time, 6:43 p.m. Mountain time and 5:43 p.m. Pacific time.

Seventy-eight minutes later the moon is entirely within the shadow, and sails on within it for 51 minutes (about average for a total lunar eclipse), until it begins to find its way out at the lower left (southeastern) edge.

The moon be completely free of the umbra by 9:09 p.m. Pacific time or 12:09 a.m. (Feb. 21) Eastern time.

The vaguer shading of the inner penumbra can continue to be readily detected for perhaps another 20 minutes or so after the end of umbral eclipse. Thus, the whole experience ends toward 12:30 a.m. for the East (with the re-brightened moon now sloping down along the high arc it describes across the sky), or during the mid-evening hours for the West.

For Europe and Africa, the mid-point of this eclipse occurs roughly between midnight and dawn on the morning of Feb. 21, and as such the moon will still be well placed in the western sky. At the moment of mid-totality (3:26 UT), the moon will stand directly overhead from a point in the Atlantic Ocean roughly several hundred miles to the northeast of the coast of Suriname.

There will be a partial eclipse of the moon that will be visible across much of Europe and Asia on the night of Aug. 16-17. About 81 percent of the moon’s diameter will become immersed in the umbra, leaving only the upper part of the moon visible.

In 2009, there will be four lunar eclipses, one a slight partial and the three others which will be of the penumbral variety meaning that at best only a vague hint of a light shading or smudginess on the moon’s disk might be detected — if anything at all.

But not until Dec. 21, 2010 will there be another total lunar eclipse; that one too will again favor the Americas.

So although we’ve had a veritable plethora of total eclipses of late, keep in mind that after next Wednesday, you’ll have to wait almost three years until your next chance to see another.

Caiu na Rede…
http://www.anoticiadigital.com.br/home/news.asp?cod=42419
http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=309383
http://www.poconeonline.com/_noticias.php?id=2279
http://www.matogrossoonline.com.br/artigo.php?id=6926572
http://www.crea-mt.org.br/new/detalhes.asp?id=16498
www.24horasnews.com.br/index.php?mat=245282
http://www.matogrossoonline.com.br/artigo.php?id=6926572

Descoberto novo sistema solar em miniatura

É como se o Sistema Solar tivesse tomado uma pílula de nanicolina. Um grupo internacional de astrônomos acaba de encontrar um sistema planetário que parece uma fotocópia do nosso — só que em escala reduzida.

Concepção artística do sistema planetário recém-descoberto

A estrela e seus planetas estão localizados a pouco menos de 5.000 anos-luz da Terra (um ano-luz é a distância que a luz percorre em um ano, cerca de 9,5 trilhões de quilômetros). Ela possui cerca de 50% da massa do nosso Sol; já quanto a eles, dois foram detectados, e suas configurações lembram muito as de Júpiter e Saturno, os dois maiores corpos planetários do nosso sistema.

Além do tamanho parecido, suas órbitas estão além da chamada “linha do gelo”, região a partir do qual compostos como água e amônia se solidificam — exatamente como Júpiter e Saturno. E a distância entre eles é bem proporcional à que se vê entre os dois gigantes do Sistema Solar. Resumo da ópera: o grupo encabeçado por Scott Gaudi, da Universidade Estadual de Ohio, nos EUA, aposta ter encontrado a mais perfeita réplica do Sistema Solar até hoje observada.

Ei, mas peraí. Todo mundo sabe (ou deveria saber) que o nosso Sol tem oito planetas. Pelo que os cientistas puderam observar, esses astros ao redor da estrela OGLE-2006-BLG-109 são apenas dois. Que raio de réplica é essa?

“Para esse caso particular, até onde sabemos, o sistema que detectamos pode ter planetas rochosos mais próximos da estrela, como a nossa Terra”, disse Gaudi ao G1. “Nós não teríamos detectado esses planetas, não tínhamos a sensibilidade para planetas próximos e rochosos, porque eles seriam pequenos demais. Mas podemos dizer que, assim como em nosso Sistema Solar, não há planetas gigantes na região quente e interna desse sistema. Então, esse sistema poderia ser realmente um análogo ao Sistema Solar.”

Pode parecer, mas isso não é pouca coisa. Até hoje, dos mais de 200 planetas extra-solares descobertos desde 1995, a imensa maioria consiste em planetas muito maiores do que Júpiter e orbitando muito próximos de suas estrelas-mãe. Isso porque a principal técnica para descobrir esses mundos envolve a observação do bamboleio das estrelas causado por potenciais planetas ao seu redor — e quanto mais próximo e maior for o planeta, mais fácil de detectar.

O grupo internacional a que Gaudi pertence usou uma outra técnica, que não privilegia astros grandes e próximos da estrela. Em vez disso, ela usa um efeito previsto pela teoria da relatividade para detectar esses planetas. O segredo consiste em observar o anel de Einstein.

Sério. O negócio é o seguinte: quando uma estrela passa na frente de outra, com relação ao ponto de vista de um observador na Terra, a estrela da frente distorce os raios de luz da estrela de trás — produzindo o que os cientistas chamam de “microlente gravitacional”. Pelo padrão formado por essa lente, os pesquisadores podem deduzir a existência de planetas ao redor da estrela mais próxima.

A boa notícia é que, em coisa de duas semanas, é possível identificar a existência de planetas. A má é que não é sempre que aquela estrela vai estar posicionada à frente de outra — depois de umas duas semanas de “trânsito”, aquele sistema planetário volta à “escuridão”, e não há telescópio hoje que possa observar os planetas recém-descobertos.

Isso não pode ser triste para os pesquisadores, ter de abandonar seus planetas recém-descobertos? “Não é tão frustrante pelo fato de estarmos encontrando esses sistemas fascinantes. A força das microlentes não está no estudo detalhado das ‘personalidades’ dos sistemas planetários, mas sim em fazer um ‘censo’ da população como um todo”, diz Gaudi. “E, de algum modo, nem é necessário ’seguir’ esse sistema para obter informações adicionais; nós aprendemos mais sobre ele nas duas semanas em que ele estava agindo como uma microlente do que aprendemos sobre muitos dos sistemas planetários que estão 30 vezes mais próximos e são milhares de vezes mais brilhantes!”

Os dois novos planetas, com massas equivalentes a 71% e 27% da massa de Júpiter, tiveram sua descoberta reportada na última edição da revista científica “Science”. Mas os pesquisadores não descansarão enquanto não encontrarem planetas como a Terra em sistemas planetários parecidos com o nosso.

“Continuamos a procurar (e achar!) novos planetas. Muitos desses planetas são muito estranhos. Esperamos encontrar um planeta gelado com a massa da Terra, e se esses planetas forem comuns, devemos encontrar um logo.”

Astrônomos descobrem uma das galáxias mais distantes já vistas

Astrônomos americanos descobriram através dos telescópios espaciais Hubble e Spitzer da Nasa o que poderia ser uma das galáxias mais distantes já vistas e cuja formação ocorreu há mais de 12,8 bilhões de anos, informaram hoje os pesquisadores.

Acredita-se que a galáxia, denominada A1689-zD1, foi formada 700 milhões de anos depois do nascimento do Universo.

As imagens mostram a galáxia mais jovem e brilhante conhecida até agora em um momento de transformação na “idade escura”, pouco depois do “big bang”, mas antes que se formassem as primeiras estrelas.

As atuais teorias indicam que a “idade escura” começou cerca de 400.000 anos depois do “big bang”.

“Ficamos surpreendidos quando descobrimos essa jovem e brilhante galáxia que se remonta a 12,8 bilhões de anos. São as imagens mais detalhadas de um objeto tão distante tiradas até agora”, indicou o astrônomo Garth Illingworth, da Universidade da Califórnia e membro da equipe de pesquisadores.

As imagens servirão para estudar os anos de formação do nascimento das galáxias e sua evolução.

Leve um planetário até sua escola, empresa ou evento.


Receba um Planetário em sua escola, universidade, festa ou evento empressarial. Na realidade, trata-se da visita de um verdadeiro centro de astronomia, com planetário, telescópios e videos educacionais da NASA, tudo sobe a orientação de um astrônomo reconhecido pela NASA e com a experiência de 25 anos em astronomia.
Por apenas uma taxa de R$ 800,00* (Capital do MT, outras cidades solicitar orçamento) o projeto leva um Domo inflável com um telescópio de alta tecnologia e vídeos originais da NASA para uma verdadeira Imersão no Mundo da astronomia. Uma experiência Ímpar e de rara oportunidade.
* O Valor citado é para cada grupo de 300 assistentes, perfazendo o valor de R$ 2,66 por pessoa – valor com desconto de 50% do preço aplicado a apresentações abertas.
Fazemos pacotes sem telescópio e sem palestras, por apenas R$ 650,00.

Os Agendamentos estão abertos

O que é um Planetário:

O Planetário Órion é uma grande cúpula prateada. Sua função é reproduzir o céu noturno e ensinar noções básicas de Astronomia. Só que, além de aprender, os passageiros do Órion vão viver aventuras dignas de um astronauta. O Planetário Órion simula movimentos radicais, dando aos participantes a impressão de que realmente estão atravessando o espaço interestelar.
Conforme as pessoas entram no planetário, vão decorando o espaço com suas expressões curiosas. Lá dentro, são recebidos pelo monitor que os conduzirá durante a viagem pelo cosmos. No centro do planetário estão os projetores e o equipamento de som, responsáveis pelo espetáculo. Lentamente apagam-se as luzes e aparecem algumas estrelas. Está anoitecendo.

Mas devido à poluição e ao excesso de luminosidade, não é possível enxergar o brilho de todas estrelas. Então, num passe de mágica, o Órion manda a poluição embora e o céu fica totalmente estrelado. Na seqüência, inicia-se a viagem pelo Sistema Solar. Os participantes vão visitar vários planetas, assistir aos eclipses, atravessar o cinturão de asteróides, e vivenciar muitas outras aventuras.
Nenhuma situação acontece por acaso. Todos os conteúdos foram cuidadosamente contextualizados. O objetivo é que o participante experimente lições ricas em sentido e significado, pois essa é a metodologia do Projeto Órion.

Tudo isto está sendo possível graças ao apoio da Empresa Lar dos Planetários móveis da Argentina, da qual nos tornamos representantes no Brasil para a região do MT.

1. Verifique se você tem um local coberto com no mínimo 3,5m de altura e área livre de 8 x 8m;

2. Faça um levantamento da quantidade de pessoas que poderão assistir o planetário. De acordo com a quantidade, verifique abaixo quantos dias são necessários.

OBS.: Lembre-se que quanto maior a quantidade de pessoas menor o custo individual.

COMO AGENDAR

OS AGENDAMENTOS PRECISAM SER ORGANIZADOS COM ANTECEDÊNCIA MÍNIMA DE 3 (TRÊS MESES) POR CONTA DOS AGENDAMENTOS REALIZADOS COM O PLANETÁRIO.

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